terça-feira, 30 de março de 2010

CHAPA 2 !!! Eleição do DCE!!

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Somos estudantes de todos os campi da Universidade de Pernambuco que estão há algum tempo debatendo os rumos de nossa instituição de ensino superior, envolvidos num projeto nacional da Universidade que desejamos para o nosso país e estado. Para isso, é preciso chegar sabendo que a gente tem o sol na mão; passar em muita sala, fazer muita luta e participar do dia-a-dia do Estudante, para discutir nossa formação, esporte, cultura e lazer e de fato construir uma gestão democrática e atuante. Venha fazer parte desse cordão, venha construir a novidade; uma nova UPE!

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Após o momento da crise pela qual passou o nosso país no ultimo período, e após ter superado a mesma de maneira satisfatória, nosso país passa por um momento de fortalecimento das políticas publicas de Estado, em áreas como educação, esporte, ciências & tecnologia e meio ambiente. A descoberta do petróleo na camada pré-sal, por exemplo, não é uma dádiva dos deuses, e sim, fruto de um grande investimento que vem sendo feito em C&T. Não obstante, o movimento estudantil através da UNE, UBES, UEP ergueu uma grande bandeira, pra aproveitar o momento histórico por que passa o nosso país; por isso defendemos os 50% do fundo social do pré-sal para educação, a divisão dos royalties do pré-sal e a criação, em Pernambuco, de um fundo para educação, em especial para a UPE. Além disso, é preciso valorizar os espaços democráticos que vem sendo criados nos últimos tempos, como as conferências de esporte, educação e comunicação. Espaços em que o movimento estudantil esta presente defendendo a pauta de todos os estudantes a fim de construir uma sociedade mais democrática.

Em Pernambuco, não é diferente, nosso estado tem vivido uma realidade, no que se refere aos investimentos públicos na economia e nos setores sociais. A refinaria Abreu e Lima, o Estaleiro Atlântico sul, o pólo Farmoquímico, o pólo Têxtil do agreste, dentre outras medidas, proporcionam a geração de milhares de emprego e renda para a população de Pernambuco. No que se refere à educação, temos a expansão das universidades federais, a retomada do ensino técnico e tecnológico. É preciso garantir que esses novos investimentos também cheguem à nossa universidade, elevando sua qualidade, através do fomento da pesquisa e da extensão e da melhoria de nossa universidade, elevando sua qualidade, através do fenômeno da pesquisa e da extensão e da melhoria de nossa infra-estrutura e de nossas condições de ensino. A UPE precisa ter amplo acesso e contribuição diante desse novo momento. Cabe a universidade interferir nessa realidade, produzindo o conhecimento voltado para a melhoria de vida do conjunto da população. Assim, teremos a certeza de um desenvolvimento consistente e que se reverta para o acúmulo de ainda mais conquistas nas áreas sociais.

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No pique de uma escola campeã...

· Lutar para que se tenha uma politica efetiva de esportes da Universidade.

· Ampliar a discussão acerca da promoção da atividade física nos curso da UPE.

· Desenvolver um programa de fortalecimento dos jogos internos e também das Associações Atléticas Acadêmicas e coordenações de esportes nos DA’s das unidades.

· Construção do INTERUPE e sua efetiva inclusão na lei de incentivo ao esporte, visando ampliação para o evento.

· Criação e/ou convênios com pólos de treinamento nas diversas regiões que possuem unidades de ensino da UPE, para ampliar o acesso e participação de todos os estudantes em competições dentro e fora do contexto acadêmico.

· Criação de um programa de promoção de saúde para a universidade.

· Criação de Ligas Universitárias.

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Assistência estudantil

O movimento estudantil da Universidade de Pernambuco conquistou uma vitoria histórica liderada pelo movimento “Da Unidade Vai Nascer a Novidade”: a gratuidade da ciente de que, com essa vitoria, não podemos parar reacendemos o debate da assistência estudantil, com o objetivo de que a universidade cumpre seu papel na manutenção dos estudantes na nossa instituição.

· Criação de um Fundo de Assistência Estudantil da UPE.

· Criação de Plano de Assistência Estudantil da UPE, cujo objetivo é garantir aos estudantes carentes da Universidade acesso à alimentação, transporte, iniciação cientifica e material didático.

· Criação de uma pró-reitoria de assistência estudantil, cujo órgão será responsável por políticas de financiamento específico para a área que garantam a alimentação através de construção do Restaurante Universitária RU espaço de vivencia e bolsa - auxilio para os estudantes.

· Mais ofertas de bolsas de programas acadêmicos remunerados, de forma que venha estimular a participação acadêmica nas atividades de ensino – pesquisa – extensão.

· Meia passagem intermunicipal.

· Criação e ampliação de atendimento médico e psicologia dos estudantes nos diversos campi da UPE.

· Ampliação do acervo e melhoria das bibliotecas, assim com informatizadas.

· Reservas de vagas do Prolinfo para estudantes da UPE.

· Criação de um banco de estagio de talento na Universidade.

· Fortalecer a ouvidoria da UPE.

· Qualificar e criar creches nos diversos campi da UPE, de forma que atenda a comunidade interna.

· Lutar pela estruturação dos campi para garantir a acessibilidade dos estudantes com necessidades especiais.

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UNIVERSIDADE: Para ser muito mais UPE!

· Criação de um fundo estadual que garanta investimento para educação através da arrecadação dos royalties do pré-sal para o estado.

· Fortalecimento do Conselho Social da UPE.

· Ampliação das vagas na UPE tendo também garantia de uma melhor qualidade de ensino.

· Discutir um modelo democrático de acesso a UPE. Tendo como base ampliar as discussões sobre o novo ENEM.

· Ampliar o debate sobre o sistema de cotas da universidade.

· Participação do DCE nas Comissões próprias de Avaliação d UPE.

· Rediscutir o ENADE.

· Aprofundar o debate sobre autonomia e sobre as fundações privadas.

· Fiscalizar as construções e ampliações dos campus da UPE, reivindicando também melhorias de infra-estruturas dos campus pré-existentes.

· Reivindicar contratação de novos professores para a Universidade.

· Divulgar e valorizar as pesquisas acadêmicas.

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Ensino, Pesquisa e Extensão

· Lutar por uma reforma curricular que acompanhe o desenvolvimento de Pernambuco.

· Cobrar uma política de extensão mais forte, que realize projetos sociais e integrem os estudantes de vários cursos da universidade;

· Lutar contra a ingerência das empresas privadas nos rumos das pesquisas desenvolvidas na UPE;

Meio-ambiente

· Arborização dos campi da UPE, hoje composto praticamente por concreto;

· Lutar pela implantação da coleta seletiva nos campi

· Oportunizar palestras sobre envolvendo questões ambientais, como aquecimento global e desenvolvimento sustentável.

Cultura

· Organização de calouradas nos diversos campi da UPE

· Incentivo às produções culturais dos estudantes da UPE, a exemplo de grupos de teatro, música, dança e cinema através de festivais.

· Trazer o Trote Legal da União dos Estudantes de Pernambuco - UEP para a Universidade.

· Criação do Cuca na UPE.

terça-feira, 23 de março de 2010

carta aberta

Eleições de direção
No dia 25 de março estará acontecendo a eleição para diretor(a) e vice-diretor(a) da ESEF. Dentro desse contexto, os estudantes representam 1/3 do processo eleitoral, o que pode ser determinante no resultado do pleito.Essa paridade foi conquistada com muita luta, por isso devemos ter compromisso com a votação, para que possamos ter voz ativa nas decisões que ditam os rumos de nossa unidade de ensino. A direção da ESEF é responsável pela ordenação de tudo que existe na nossa unidade, é ela quem define os rumos acadêmicos,políticos e tudo o mais com relação a nossa formação. Por isso dia 25, todos as urnas para garantir a opinião dos estudantes da ESEF!!!
A Posição das Entidades Estudantis
O D.A. e a A.A.A., como entidades estudantis de caráter político e de representação,tiraram posicionamento com relação as eleições de direção, após longo debate entre os componentes das entidades e estudantes,que culminou com o apoio a chapa 100% ESEF, composta pelas Profa.Vera Samico e Keyla Brandão.O debate foi longo e revelador,onde foram colocados vários elementos de debate sobre as duas chapas, mas no final tendo um resultado definido por ampla maioria dos presentes para o apoio a chapa acima referida.Para tanto, foi feita uma carta de apoio à chapa que segue abaixo.No entanto, é imprescindível dizer que os estudantes devem procurar estudar as propostas e ouvir as opiniões das entidades e pessoas envolvidas,professores, servidores e alunos,para formar uma opinião mais qualificada sobre as chapas e tomar sua decisão de voto. << BAIXE A CARTA >>

segunda-feira, 15 de março de 2010

CONFERÊNCIA LIVRE DE ESPORTE DA ESEF

LOCAL:AUDITÓRIO DA FENSG
HORÁRIO: ÀS 12hs
DATA:16/03/2010
Amanhã estará acontecendo a nossa conferência livre de esportes. Estarão presentes o Secretário de esportes do estado de Pernambuco, George Braga, a representante do paradesporto, Naíse Pedrosa, a UNE,o DA ESEF e a A.A.A. da ESEF para debater o desporto Olímpico e Paraolìmpico Universitário no Brasil e no estado de Pernambuco.A conferência também serve para apresentar e aprovar propostas dos diversos eixos temáticos da conferência nacional,que serão debatidas na etapa nacional da conferência.
" A conferência livre é um espaço para nós estudantes colocarmos nossa opinião e participar da construção do desporto nacional com responsabilidade" diz Fabíola do Nascimento, secretária do D.A. ESEF .
CONVOCAMOS TODOS OS ALUNOS PARA PARTICIPAR E DAR SUA OPINIÃO!

quinta-feira, 11 de março de 2010

Antenados na cultura...

Tem início a II Conferência Nacional de Cultura
O Distrito Federal está mais colorido esta semana. De 11 a 14 de março acontece em Brasília, no Centro de Eventos e Convenções Brasil, a II Conferência Nacional de Cultura (II CNC), que deve receber cerca de 2 mil participantes. Sob o tema "Cultura, diversidade, cidadania e desenvolvimento", esta segunda conferência tem por objetivo elaborar políticas públicas para o setor, através do diálogo com a sociedade.
A discussão que será travada na II CNC vem sendo realizada desde a partir de 5 eixos temáticos (Produção simbólica e Diversidade cultural; Cultura, cidade e cidadania; Cultura e desenvolvimento sustentável; Cultura e Economia criativa; Gestão e Institucionalidade da Cultura), em torno dos quais se que reuniram 200 mil pessoas de todo o país, em conferências setoriais, regionais e livres.
As conferências setoriais (de Arte Digital; Arquitetura; Artes Visuais; Artesanato; Circo; Culturas Indígenas; Culturas Populares; Dança; Livro, Leitura e Literatura; Moda; Música; Teatro; Patrimônio Material; e Patrimônio Imaterial) e as conferências regionais (distritais, estaduais, municipais e intermunicipais), elegeram em torno de 900 delegados que irão deliberar nas plenárias finais as propostas discutidas nessas etapas.
A UNE participou deste processo em conferências Municipais e Estaduais, na Conferência Livre de Comunicação para a Cultura e na Conferência Livre de Cultura do CUCA, realizada durante o 10º Seminário do Circuito Universitário de Cultura e Arte da UNE. Para Fellipe Redó, diretor de cultura da entidade, "a Conferência Nacional é um importante espaço de se pautar junto ao governo as demandas dos movimentos sociais, reaproximando o debate entre educação e cultura no âmbito das políticas públicas para estes setores".

ESTUDANTES DEFENDEM PÓS-GRADUAÇÃO

Queremos mais apoio à Pós-graduação! Em reunião com entidades estudantis: ANPG, UBES e UNE, presidente do CNPq anuncia reajuste de bolsas de iniciação científica para alunos da graduação, entre outras.
Durante encontro realizado nesta terça-feira, 9, em Brasília, com integrantes do Movimento Estudantil o presidente da CNPq, o professor Carlos Alberto Aragão anunciou a ampliação das bolsas concedidas a pesquisadores, aprovada na reunião da diretoria do órgão. Presentes no evento o presidente da ANPG, Hugo Valadares, a diretora de Relações Institucionais da UNE, Marcela Rodrigues, e o diretor da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), Rafael Clabonde.
O reajuste médio foi da ordem de 21%, com destaque para a bolsa de pós-doutorado, que passou de R$ 2.218,56 para R$ 3.200,00, um acréscimo de 44%. As bolsas de Iniciação Científica (IC) – concedidas a alunos da graduação - foram as mais beneficiadas no quantitativo: passaram de 29 para 43 mil, um incremento substancial de 14 mil bolsas, ou cerca de 48%, saindo de R$ 300 para R$360. Comemora-se o reajuste, mas ele ainda é considerado insuficiente para as necessidades das pesquisas.
“A ANPG comemora mais essa vitória do Movimento Estudantil, mas muito ainda há por vir!”, afirmou Hugo Valadares, que foi enfático ao salientar durante o encontro que as bolsas dos pós-graduandos, sobretudo de mestrado e doutorado, além de estarem sem aumento desde 2008, ainda não contemplam diversas demandas dos estudantes, como a licença-maternidade plena, o tempo de contribuição à aposentadoria, uma data base para aumentos e ainda impede que o estudante possa trabalhar, mesmo com aval do seu orientador. O Prof. Aragão se mostrou atento a essas questões e disse que medidas estão sendo estudadas neste sentido, juntamente com a CAPES.
Para conhecer todas as modalidades de bolsas do CNPq acesse http://www.cnpq.br/bolsas/.
Vem aí o XXII Congresso da ANPG !
Aproveitando a oportunidade, Valadares convidou Aragão para participar do XXII Congresso da Associação Nacional dos Pós-graduandos, que acontecerá na cidade do Rio de Janeiro, entre 15 e 18 de abril. Na pauta do Congresso estão diversos debates, incluindo os rumos da ciência no Brasil. Da redação, com informações de www.cnpq.br e www.anpg.org.br .

segunda-feira, 8 de março de 2010

DIA DAS MULHERES

Cem anos de 8 de março — Mais poder político para as mulheres Neste 08 de março, que assinala os 100 anos do Dia Internacional da Mulher, a União Brasileira de Mulheres (UBM) considera que a luta por um mundo de igualdade e contra toda a opressão permanece atual, exigindo a união de todas as que acreditam na construção de alternativas ao neoliberalismo. E que o desenvolvimento com soberania é o caminho para enfrentar os ditames do capitalismo em crise e descortinar o rumo do socialismo. O avanço rumo ao desenvolvimento social e econômico não pode deixar de considerar a situação da mulher. No Brasil, embora registremos conquistas, ainda temos um longo caminho a percorrer. Foi promulgada a Lei Maria da Penha, mas ainda vigora a impunidade de assassinos, e espancadores, porque a lei ainda não foi implementada integralmente de fato. Estamos unidas no combate a todo tipo de violência contra a mulher. A legalização do aborto enfrenta a oposição de setores retrógrados e da Igreja. No Brasil, a criminalização do aborto condena as mulheres a um caminho de clandestinidade, ao qual se associam graves perigos para as suas vidas, saúde física e psíquica, e não contribui para reduzir este grave problema de saúde pública. Ainda precisamos resolver o impasse da dupla jornada da mulher, que conquistou considerável espaço no mercado de trabalho, mas ainda recebe a carga de responsabilidade do trabalho doméstico. Isso contribui para manter a mulher afastada da vida pública e reflete no pequeno número ainda de representantes mulheres nos parlamentos e cargos executivos. Entre 1987 e 2002, 76 deputadas chegaram a Câmara Federal que conta com mais de 500 parlamentares. Em 2006, esse número aumentou na Câmara, mas ainda não chega a 9 % do total de deputad@s, colocando o Brasil entre os 60 países com pior participação das mulheres no Congresso Nacional. É fundamental superar a sub-representação feminina na política e em todos os espaços de poder para impulsionar o avanço da democracia no Brasil. As conquistas das mulheres só se dão no ventre da liberdade e da democracia, mas sob a pressão das lutas das próprias mulheres com o apoio da sociedade. As eleições deste ano, em nosso país, constituem um importante momento nessa luta. Sabemos que um outro mundo é possível de igualdade entre homens e mulheres. Para avançarmos na formulação das políticas de Estado é necessário radicalizar na democracia para reordenarmos os espaços. A inclusão das mulheres na política é parte essencial da construção democrática, portanto não é só uma questão de direito da mulher, mas sim dever do Estado e da sociedade. Mais poder político para as mulheres! Março de 2010 RETIRADO DO SITE DA UBM